Casamentoclick: para noivas conectadas

28 nov

O Casamentoclick é um portal que tem tudo o que se precisa para organizar o casamento dos sonhos: notícias, dicas e fornecedores de todo tipo. Com as várias ferramentas fornecidas pelo site, dá para fazer orçamentos, planejar o cronograma do casório ou mapear onde os convidados vão se sentar.

Gostei do post que fala sobre o uso do “voilette”, um véu curto que cobre apenas o rosto.

Fotospot

28 nov

O Fotospot é um site de venda online que reúne fotos de alguns dos melhores fotógrafos brasileiros. Fazem parte do time: André Andrade, Bob Wolfenson, Cássio Vasconcellos, Walter Firmo e Cristiano Mascaro, entre muitos outros. As fotos, assinadas e numeradas, têm qualidade museológica e preços a partir de R$ 475.

Abaixo, seleção de obras de Cássio Vasconcellos

Tudo novo, de novo

28 nov

Depois de uma longa hibernação, o BlogView está na ativa novamente. A ideia, agora, é destacar blogs bacanas selecionados por essa imensa, e muitas vêzes inóspita, blogosfera.

Espero que goste!

Biti Averbach

Pausa

8 nov

Aos amigos leitores

Gostaria de informar que o BlogView encerrou suas atividades.

Quando criei o blog, em março de 2007, minha idéia era reunir um time de blogueiros de moda para postar coletivamente, trocar idéias e dividir informações. Como todo projeto pioneiro, ele teve altos e baixos, mas cumpriu seu papel de ajudar a fortalecer a cultura blogger de moda, no Brasil.

Obrigada pela visita! E até o próximo projeto!

Biti Averbach

Black is beautiful

31 out

GLAUCO DIZ: Ontem fui ao dentista e resolvi folhear um NY Times que estava dando sopa por ali. Dei de cara com o suplemento de “moda e estilo”, que trazia uma interessante reportagem sobre a ausência de modelos negros nas passarelas. Segundo o jornal, dos 101 desfiles da temporada primavera-verão 2008 do NY Fashion Week, mostrados no site Style.com, mais de 30 não utilizaram um modelo negro sequer.  (Raras exceções foram Diane Von Furstenberg e a marca Heatherette, do duo Richie Rich e Traver Rains, que trouxeram mais de 5 negros para seus shows).

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Os três primeiros looks são de Diane Von Furstenberg; os três últimos, da Heatherette (Crédito: Style.com)

A reportagem segue contando o caso de um booker da agência Marilyn, que já recebeu solicitações de clientes com claras recomendações de “caucasians only” (apenas brancos), além de histórias de produtores de elenco. Esses afirmam que enviam as meninas para as seleções e, na maior parte das vezes, o que ouvem como resposta é que “ela é linda, mas infelizmente não é a certa para o trabalho”. Ainda, segundo os responsáveis por agenciar as moças, as negras só são escaladas quando o tema da coleção é de alguma forma relacionada à floresta, ao “jungle”.

Aqui no Brasil a história não é muito diferente. Uma rápida olhada nas fotos disponíveis por aí e a gente saca que a loirice é o que domina mesmo.  Tanto que o editor da revista Vanity Fair, Michael Roberts, se surpreendeu com o “exército de meninas brancas” nas passarelas do Fashion Rio. “O Brasil deveria aproveitar mais sua diversidade”. “É uma vergonha”, declarou à agência Reuters na época.

Aqui vale fazer uma ressalva. O estilista Marcelo Sommer utilizou um casting 100% negro nos desfiles do AfroReggae, no último SPFW. Tudo a ver com uma grife que é justamente inspirada na cultura negra.

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Desfile do AfroReggae (Crédito: Chic)

Camila Pitanga e Alexandre Herchcovitch também comentaram o assunto. Durante o SPFW, a atriz declarou que a falta de modelos negros no evento “espelha essa resistência, esse preconceito que infelizmente ainda está presente na nossa sociedade”. Já para o estilista, o problema é outro. “A oferta de modelos negros é menor”, disse à Reuters. “São as agências (de modelos) que têm que fazer um trabalho maior para recrutar mais negros, não acho que é culpa do estilista.”

Concordo com os dois. O preconceito racial está presente em todas as esferas da sociedade, nas mais diversas indústrias. Porque com a moda seria diferente? Mas, isso não significa que podemos sair por aí defendendo a idéia de que a moda é pura e simplesmente preconceituosa. Não gosta dos negros e pronto. Ela também é gerida por questões de mercado (como Alexandre aponta) e também por questões básicas do meio: não é porque a modelo é negra que ela vai entrar nesse ou naquele casting. Ela precisa, antes de tudo, ser bonita e atender aos requisitos básicos de qualquer boa profissional.

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(Só) Algumas das modelos negras mais poderosas: (da esq. para dir.) Alek Wek, Liya Kebede, Emanuela de Paula e Tyra Banks

A questão, ao meu ver, está mesmo em fazer que anunciantes, donos de empresas e estilistas passem a entender que ao não colocarem mais negros em seus desfiles e anúncios, eles só estarão perdendo o poder de consumo da mulher negra. Afinal, de acordo com estimativas do Target Market News, elas gastam sozinhas mais de 20 bilhões de dólares em aparência a cada ano!

Em tempo: no meio dessa discussão toda, Naomi Campbell anunciou seus planos de abrir uma agência no Quênia dedicada exclusivamente aos modelos negros. Daí, a perguntinha podre: estaria ela realmente interessada em lutar pelos negros ou seria apenas uma estratégia de marketing feita na hora certa?

Reinvente-se

30 out

LUIGI DIZ: Antes de começar preciso pedir desculpas pelo atraso da coluna. Passei a segunda toda de ressacón do Tim Festival e cheio de coisas para entregar na faculdade. Acabou que não deu tempo de escrever sobre o Tim, como pretendia.

Melhor, porque agora achei outro tema, mais a ver com moda mesmo. É que foi publicada hoje, no jornal WWD, matéria falando sobre reinvenções de marcas. O tema é super atual e tem bastante a ver com aquele outro assunto da coluna de algumas semanas atrás, os grupos de moda (grupos gestores).

Vale a pena ler a matéria, que parece longa, mas nem é tanto, porque lá fica claro o que parece óbvio para os mais interados na indústria da moda, porém que não é tão evidente assim para os demais interessados no assunto. “Marcas, assim como as pessoas, tem ciclos”, disse Marc Gobé, co-fundador, presidente e chefe executivo da Desgrippes Gobé. “Tem a gestação, o amadurecimento, o envelhecimento e aí você deve considerar o renascimento e reinvenção. Algumas (marcas) tem dificuldades para fazer tal movimento”.

No geral o que leva uma marca à reinvenção é a perda de seu público alvo, seja porque este amadureceu (envelheceu) – e a nova geração mais jovem não se identifica com os valores da marca -, mudou, ou até mesmo desapareceu. Outro motivo pode ser a extrema competitividade no setor.

Na matéria, a jornalista Lisa Lockwood ainda dá exemplo de reinvenções bem sucedidas, como a da Dior com Galliano, Diane Von Furstenberg, Puma, Lacoste, Guess e ouras nem tanto. Também aponta marcas que precisam desesperadamente se reinventar, como é o caso da GAP.

E por aqui as tais reinvenções estão começando a ganhar mais notoriedade. A Zoomp é o exemplo mais recente, seguido pela Zappign que agora recebe direção critaiva de Maurício Iannes. A Ellus 2nd Floor também é uma marca que ganhou nova cara, sob o comando de Rita Wainer assim como muitas outras.

Veja Inútil

28 out

OLIVEROS DIZ: O premiado documentário “Inútil” (2007), teve apenas 3 sessões dentro da Retrospectiva do cineasta chinês Jia Zhang-Ke, na Mostra Internacional de Cinema. Ele revela 3 retratos de pessoas que fazem roupas e de pessoas que as consome. Um deles é sobre a estilista chinesa Ma Ke e o lançamento de sua marca em Paris. No começo do ano, a Carol Vasone do UOL foi ver este lançamento e escreveu um texto que vale a pena ler.

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