Crítica: André Lima

3 maio

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A modelo Annelise abre o desfile com um daqueles vestidos que fizeram a fama de André Lima como o Galliano brasileiro. Construído em moulage, cheio de pontas, aberturas e dobras, o vestido tem um caimento perfeito, capaz de transformar a mulher num torpedo sexual –como diria meu amigo Cristiano. Outros looks emblemáticos se sucedem, como o chemise branco com estampa da Costanza na capa da Vogue, uma saia longa de seda listrada usada com a camiseta da Bethania, uma blusa de organza bege, ampla. Embora as peças não estejam sendo mostradas exatamente como em seus desfiles originais, nota-se a identidade, o DNA do estilista. Estampas de samambaias, mangas volumosas, cores exuberantes, vestidões glamourosos, adornos tropicalistas, poses de estrela, frutas de metal nos arranjos de cabeça. Para mim, o grande trunfo de André Lima é conseguir juntar o imaginário popular brasileiro e a internacionalidade das divas. Fico feliz por ter acompanhado desde o início a carreira do jovem de Belém do Pará.

 Postado por Biti Averbach/Moda sem Frescura

Fotos: Charles Naseh/Chic

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Uma resposta to “Crítica: André Lima”

Trackbacks/Pingbacks

  1. Oficina de Estilo » casa de criadores: 1º dia - 3 de maio de 2007

    […] desfiles não empolgaram tanto. A retrospectiva do André Lima foi super legal e já tem crítica no BlogView. O resumão de tudo tá no Updaters, com vídeos de backstage e tudo […]

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