A moda somos nozes

8 jul

OLIVEROS DIZ: Hoje, vou retomar a polêmica levantada pela queridíssima e nossa colunista Olivia Hanssen: os blogs de moda.

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Rua 25 de março – São Paulo (foto: Vidal Cavalcante/AE)

REWIND: Para quem não acompanhou o assunto, tudo começou com a matéria do Alcino Leite na sua coluna sobre os blogues de streetwear . A Olivia publicou no seu blog uma carta endereçada ao editor de moda da Folha. O texto repercutiu, deu nos blogues, deu na Vogue RG, em todos os lugares.

PLAY: O Alcino nunca respondeu e os blogues bombaram nesta temporada, certo? Até sexta. Estava eu na press lunch da Rosa Chá, na sexta (06) e o Alcino disse que leu meu blog, etc etc etc. Não perdi a oportunidade e perguntei se ele sabia da carta da Olivia. É claro, que sabia. E levantou outra questão:

“Ela diz que não temos streetwear legal para fotografar aqui. Como não? Vejo gente muito legal por aí. Já viu os motoboys??? São incríveis”.

REACTION: Eu saí de lá pensando nisso. Como todo mundo diz por aí, eu não sou parâmetro para stretwear, não sou parâmetro para vida real. Então estou isento de certas questões de pré-conceitos.

Sempre falo que a moda brasileira está vivendo seu momento adolescente no Brasil, somos muito novos e nossos parâmetros são antropofágicos, como ensinou Oswald de Andrade, em 1928.

A cópia, a angústia por sua identidade, a rebeldia, a inconformação são os reflexos desta era teen que ainda temos que passar. Não existe o verdadeiro amadurecer queimando etapas. A informação que chega em tempo real só faz tudo isso parecer pior.

Crise em chinês, quer dizer oportunidade. É claro que vejo Sartorialist, já fui fotografado pelo Face Hunter. Há quanto tempo que a moda é moda por aqueles cantos? A gente viaja, é bem informado, mas para quem é feita a moda brasileira no final das contas?

As ruas são o alvo da moda, num ciclo que muita gente por aqui mesmo já debateu. E moda se alimenta dos sinais que vêm do mesmo lugar que ela quer chegar. O Oficina de Estilo, nossas mestres de vida real, já falaram disso e resolveram usar imagens da vida real para ilustrar tendências que estão ou estarão em voga.

Se a gente quer mesmo ter uma moda de verdade, saber quais são nossos DNAs, está na hora da gente se conhecer. O Brasil é muito maior que São Paulo e Rio. É maior do que os Jardins e Ipanema. O Brasil é maior que a novela das oito. É muito maior do que nós mesmos. Ao mesmo tempo que somos reflexos disso tudo, também.

QUESTION: Será que a gente aprendeu de fato a enxergar nossas ruas, ou a gente vê a tudo e a todos com um olhar estrangeiro sobre eles e nós mesmos? E se a gente é o povo do jeans e a camiseta e a chinela havaiana?

Temos que descobrir quem somos, e espero que a antropofagia seja sempre a nossa guia. Porque eu adoro devorar toda a informação que eu vejo e devolvo da minha maneira. Mas nesta semana fiquei a pensar se eu mesmo não sou muito preconceituoso, quando vejo a vida real e digo que as pessoas são preguiçosas no vestir???

Será que não estamos tentando impor um padrão sobre o que é criativo na moda, ou dizer que meu padrão de moda é melhor do que veja nas ruas? Muita gente que veio ao Brasil falou nisso: Collin MacDowel, Marie Rucki e Patricia Fields…Lembram?

Este ano brincamos muito com os termos de moda, eu, o Vitor Angelo, a Carol Vazone (UOL): bastidores ou camarim em vez de backstage, produtor de imagem (stylist)… Porque vivemos num mundo globalizado, a gente não tem nada mesmo a contribuir para o mundo da moda, nem nossa língua???

Lembrem sempre: As moda somos nozes!!!
BOA SEMANA PRA TODOS!!!!

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31 Respostas to “A moda somos nozes”

  1. dusinfernus 8 de julho de 2007 às 7:27 pm #

    25 de Março ou Oscar Freire? That´s the qiuestion!

    essa questão do olhar as ruas do Brasil é muito importante, pois temos que inverter a idéia de bem vestido.

    pois está dada a largada: afinal o que é uma moda de rua 9ou streetwear?) brasileira, ela existe? e como ela se dá?

    a moda somos nozes “moscadas”

  2. Maria Prata 8 de julho de 2007 às 11:24 pm #

    Querido, não é à toa que o universo em que vivemos é chamado de “mundinho”. Pouca gente consegue olhar além do próprio nariz por aqui. Eu vejo moda no Fashion Week, na Oscar Freire, na Av. Paulista, em Caraívas ou Uberaba, assim como em NY ou Tóquio. Basta mudar o olhar. Afinal de contas, fazendo referência ao subtítulo do meu blog, moda é “pra quem não sai por aí pelado”. bjobjo

  3. Fernanda 9 de julho de 2007 às 12:44 am #

    a gente ainda acha todo mundo (até a gente nos jardãns!) super mega mais tradicional do que precisava ser, pensando que somos ‘país tropical’, com cultura de carnaval e de praia. e deve ser parte do amadurecimento (é o que a oficina pensa, at least), escrevemos sobre aqui:

    http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/sindrome-de-estocolmo/

    e sabe qual é a melhor parte? o que o povo falou nos comentários. super discussão, super válida. olha lá e me conta depois da sua performance! =)

  4. Biti Averbach 9 de julho de 2007 às 1:28 am #

    Apesar do exemplo citado pelo Alcino, o dos motoboys, ainda acho que a questão da falta de grana é crucial por aqui. Tudo bem que quem tem estilo pode se virar com pouco dinheiro e criar looks incríveis do nada. Mas para ter estilo vc deve ter informação e acesso à informação também custa dinheiro, e tempo! Enquanto a maior parte das pessoas tiver que suar a camisa para sobreviver, vai ser difícil ter uma moda de rua expressiva, em termos quantitativos. Vamos focar na qualidade, então. Acho que todos concordamos que precisamos procurar/redescobrir nossas raízes brasileiras, nossa história. Onde está nossa memória cultural? Por que eu mal tinha ouvido falar de Zuzu Angel, antes de Ronaldo Fraga fazer seu famoso desfile? Por que é tão difícil encontrar material sobre nosso passado recente: Dener, a Rhodia, etc? Onde estão as nossas raízes? Geeeente, tô ficando obcecada por este assunto! hauauhahuuauah
    Como vamos adquirir personalidade se macaqueamos a moda americana do jeans, camiseta, boné, tênis e top de lycra? Me iluminem!
    Isso me lembrou que a professora Maria Claudia Bonadio defendeu uma tese em 2005 (de doutorado, se não engano) sobre a Rhodia.

  5. romeuuu 9 de julho de 2007 às 2:04 am #

    Pode ser estranho, mas ia ser mega interessante se fizessem fotos do povão mesmo. Sem aquela coisa de certo e errado. De estiloso ou não. Pobre ou rico. Apenas uma foto do look.

    Não apenas mostrar looks, mas mostrar gente. O uniforme do feirante, o look xadrez do velho caipira, a doméstica de camiseta com logo da Nike e calça de lycra, os manos e as minas, os fashion victims, os estudantes que não ligam pra moda e por ai vai…

    Algo que seja reflexo do que é usado nas ruas brasileiras, pra mostrar e dizer “eles se vestem assim lá”. Com marcas ou não, combinando ou descombinando, inventando ou copiando…

    Abs 😉

  6. Biti Averbach 9 de julho de 2007 às 5:23 pm #

    Sabe uma coisa que eu adoro? Roupa de mendigo. Quando eles sobrepoem um monte de peças, misturam as cores, criam novas funções para as roupas. Aliás, isso me lembra que uma das primeiras coleções do Galliano, logo depois da formatura na Saint Martin, era inspirada exatamente neles. Eu jpa tive essas imagens em alguma revista, ai, que vontade de achar isso de novo!
    Minha alma de arquivista me atormenta! huauahuauhahuauha

  7. forademoda 9 de julho de 2007 às 5:34 pm #

    E não é que a discussão realmente pegou? Eu concordo com o Romeu, adoraria ver um blog de gente da vida, não só fashionismo.
    Eu, como a Biti, viemos da década de 80, amamos os japonismo, o pauvre-chic, então algumas roupas de mendigos são absolutamente inacreditáveis, sim. Temos que ampliar nosso “munidnho”, como lembrou a Maria.
    Agora, sobre o primeiro post da Biti, sobre informação, ainda estou digerindo, não sei se precisamos exatamente de informação para ter estilo, temos que ter uma vivência cultural talvez, porque senão o plantador de cana, que foi visto pelo Herchcovitch, e eu tb vi no Nordeste, cheio de “estilo”, de cores, de sobreposições, não teria direito nem a isso, porque vive oprimido, etc etc????

  8. Ale Carvalho -Lain 9 de julho de 2007 às 10:37 pm #

    Ai, gente, vou tentar, qdo for ao Pará, nas férias de fim de ano, mandar umas fotos de povo comum vestido nas ruas do interior paraense, que tal? Eu moro em Vitória-ES e aqui é tudo absolutamente sem graça. Mas no Pará, o uso de cores e brilhos no dia a dia é uma loucura…. bjs

  9. Maria Prata 10 de julho de 2007 às 2:45 am #

    Nossa… A discussão deu pano pra mangas… alias, pra roupas e looks inteiros!
    Eu também não acho que falta de grana seja dificuldade pra ter estilo e muito menos que estilo se faz com informação de moda. Acho que vcs estão chamando de “moda de rua”, na verdade é a “moda de rua de toquio”, “moda de rua de nova york”, “moda de rua de londres”. mas o brasil não é nada disso e quem procura por esse tipo de “estilo”, realmente, só vai achar nos jardins. Quando disse, lá em cima, que vejo moda aqui, em caraívas ou uberaba, quero dizer que ADORO entender o DNA do estilo nacional, e que esse estilo não tem realmente NADA a ver com o que se vê nas ruas das principais capitais da moda. E isso é que é justamente o mais legal de tudo. Pelo menos pra mim…

  10. Maria 10 de julho de 2007 às 3:29 am #

    Fiz um post sobre isso.. pra quem interessar: http://pratanamoda.wordpress.com/2007/07/10/my-blog-view/
    beijos

  11. Biti Averbach 10 de julho de 2007 às 3:39 am #

    Acho q uma pergunta crucial nesta discussão é: qual é o DNA brasileiro? Como se manifesta, do que é feito? De regionalismo? Sensualidade, praia e carnaval? De colonialismo europeu-americano? De um mix de tudo isso? De outros tantos clichês?

    Outra pergunta: toda moda que está na rua é “moda de rua”? Vale tudo? Tudo interessa? Até o desinteressante? Até o óbvio?

    Não acho que as pessoas precisem “saber” de moda para se vestir de forma interessante, elas precisam saber delas mesmas e da sua cultura. Desculpem, continuo achando que para isso, precisa ter comida na mesa. Precisa ter opção de escolha para decidir usar esta roupa e não uma outra.

    É mais fácil, no Brasil, encontrar grupos com identidades definidas, do que indivíduos com estilo próprio. Exemplo: os motoboys, a meninas do funk, os carecas do ABC, as patricinhas, etc. Me parece que brasileiro gosta de pertencer a grupo, de ter identidade compertilhada, uma atitude social, grupal. Não é como inglês, por ex. que cultiva excentricidade.

    Não sei se concordam comigo, mas minha opinião, é como se estivéssemos um pouco atrasados no cronograma do Lipovetsky. Sinto que, na maioria, estamos mais na era das tribos do que na do hipermercado de estilos.
    Estou generalizando, é claro, pensando numa maioria, não nos grupinhos avançados.
    afe, virou uma piauí! chega! rsrsrsrs

  12. Glauco Sabino 10 de julho de 2007 às 6:24 am #

    Refletindo um pouco, cheguei à conclusão de que quando vou fotografar o estilo das pessoas pro meu blog, sempre procuro o “street style londrino”. E como disse no blog da Maria Prata, acredito ser um erro… O olhar deve ser diferente. Mas, aí, vem o que a Biti levantou: Qualquer moda é valida? Fiquei com mega vontade de seguir a sugestão do Romeu, as idéias da Biti e sair por aí clicando os mendigos, as empregas, os motoboys… Mas, digam: vocês acham que isso acrescentaria algo realmente? Em que, por exemplo? Como sou iniciante nisso tudo, não sei responder. Mas adoraria saber a opinião do povo que anda passando por aqui. Me dêem uma única razão e eu parto pra ação… Trago fotos e a gente discute mais ainda isso… 🙂 (Tô adorandoooooo)

  13. Biti Averbach 10 de julho de 2007 às 2:23 pm #

    Oi Glauco,
    O Rogério fez vários trabalhos fotográficos de moda de rua, tempos atrás. Pena que não sei onde estão as fotos, mas vou procurar. Ele fotografou pessoas simples no largo da Batata, por ex. E tinham looks incríveis. Tinha uma moça, dona de uma banca de costura, bem brasileira, vestida de chita, qdo a chita nem tinha virado moda ainda.
    Acho que uma das chaves é olhar como estrangeiro, se distanciar para conseguir enxergar o q temos de bom e nem percebemos.
    Se vc quiser podemos ir p a rua juntos, procurar alguns estímulos visuais. Que tal? Eu topo!
    bjs

  14. Maria Prata 10 de julho de 2007 às 3:23 pm #

    Rua! Please! Eu não vou conseguir fazer isso nunca, porque sou presa com algemas aqui na minha cadeira, mas vou ADORAR ver o que sai daí. Eu, particularmente, sou apaixonada pela moda de rua nacional – a que vale e a que “não vale”. Amo olhar as pessoas atravessando a rua, o povo na paulista quando chego em casa (moro por ali). Adoro ver como minha faxineira Bia volta na próxima semana usando uma peça de roupa que dei, em um look que eu nunca imaginaria possível aquela peça estar… Isso é a moda… nas ruas…

  15. Felipe 10 de julho de 2007 às 5:00 pm #

    Oi, sou leitor do blogview e essa discussão tá ótima rsrs.. bom, sendo bem direto, me sinto desestimulado qdo acesso um site que se pretende registrar moda de rua no brasil e encontro aquela coisa londres, ny.. acho até muito fácil ter estilo com dinheiro e referências internacionalmente visitadas.. me interessaria muito mais ver o que gente criativa é capaz de combinar usando suas próprias limitações intelectuais e finaceiras. bjo!

  16. Sylvain 10 de julho de 2007 às 7:01 pm #

    Acho esse assunto tão complexo…Primeiro: o velho problema de definir o que é moda de rua. Vale qualquer coisa? Tipo qualquer camiseta bermudão e sandália? Eu concordo e descordo ao mesmo tempo com várias pessoas aqui. Acho que a moda street como a gente vê, não é qualquer moda e isso é aqui, em Londres, em Paris ou na Nicarágua. Não acho que se a gente sentar num café em Paris e ficar vendo o francês classe média vestido de camisa e calça X, iremos achar que aquilo é moda de rua parisiense. Por isso não consigo aplicar isso aqui. Concordo em termos com a afirmação de que tudo passa pela questão da grana. Acho que passa antes pela da cultura. Sem educação, informação e acesso ao mundo, a moda de cada brasileiro acaba sendo a da necessidade e não a da vontade. E aí eu não que seja moda. Se moda é simplesmente botar um pano no corpo, então vamos todos nos aposentar e parar de analisar desfiles de grifes de luxo, que achamos tão legal. Pra quê? Enfim….esse assunto vai render uma coleção inteira, isso sim. Mas não consigo achar que é claro como 2 e 2, como alguns conseguem.

  17. Sylvain 10 de julho de 2007 às 7:02 pm #

    A pressa comeu algumas palavras e me fez cometer alguns errinhos…mas acho que dá pra entender. rs…….

  18. jaQ. 11 de julho de 2007 às 4:46 pm #

    um bom artigo o seu, e que me fez pensar muito, esses tempos sai na rua reparando dos pés a cabeça o povo de Curitiba e sinceramente taxei todos como mal vestidos, sai outro dia porém tentando ver por outro lado e esquecer completamente que existisse moda de outros lugares, esquecer sartorialist, face hunter, hel looks e todos os demais que sempre olho, pensando dessa forma achei muitas pessoas interessantes, que eu gostaria realmente de fotografar se eu tivesse uma máquina e como isso faz falta.
    estou tentando ser menos preconceituosa e olhar pra moda brasileira com outras indagações e questionamentos, afinal de contas não podemos ser comparados, devido ao clima e ao entendimento de moda, que ainda aqui no Brasil engatinha e que mais pra frente vai evoluir com certeza.
    Claro que para isso acontecer, tem um monte de aspectos atrás disso, a economia do pais, a educação e etc e etc.
    O que vejo como moda de rua hoje, é a capacidade de as pessoas conseguirem misturar, entreter e mostrar sua personalidade em sua roupa, mas é um aprendizado de dentro pra fora e que muitas pessoas não conseguem traduzir o seu comportamento assim, as vezes por vergonha de todos olharem e o acharem estranho, mas isso toma outro rumo e outro questionamento, pois o que pode ser estranho pra você pra mim talvez não seja e vice e versa.
    De uma coisa eu tenho certeza, o povo Brasileiro tem medo de “pirar” no modo de vestir [ salva exceções é claro], e cai sempre na mesmice.

  19. Nájua Saleh 2 de outubro de 2007 às 5:26 pm #

    Meu trabalho de conclusão vai ser sobre moda de rua. Farei uma análise sobra a moda de rua de NY e Tokio, baseada nos blogs que existe,. A análise seria feita sobre a mísia e identidades culturais de cada país. Bom, depois de voltar do chile, criei o meu blog de moda de rua e então parei para pensar. Fiz um blog de algumas fotos de meninas chilenas e daqui de uma festa que fui, então mudei para YOU, o nome do blog, pois vi que não era a moda do motoboy que eu estava fotografando. Era a moda de quem tinha estilo. Acho interessante o fato de fotografar as pessoas por ae, qualquer pessoa, não importando seu físico, mas acho que isso caberia aos criadores como fonte de pesquisa e não para pessoas ligadas à moda, que se interessam por estilo e comportamento. Por isso meu blog, apesar do endereço conter “street” tem como subtítulo “a moda de quem tem estilo”. E a minha dúvida ficou no trabalho de conclusão, se posso me basear nos blogs que conhecemos estes ou seria uma farsa dizer que eles mostram moda de rua, influenciada pela midia e cultura? Será?

    Um abraço!!!E parabén pelo blog! 😉

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